sábado, 1 de outubro de 2011

Sua empresa está nas redes sociais? Saiba planejar…

As empresas que pretendem entrar no mundo digital, precisamente nas redes sociais, é importante planejar. Segundo Gil Giardelli, é necessário vivenciar algumas etapas de planejamento. Essas etapas contribuirão a começar com o pé direito nas redes sociais. Evite correr o risco de  começar e não dar continuidade no que diz respeito a manutenção, melhorias, definição das pessoas para alimentar e monitorar as informações.
Principais etapas que deverão vivenciar:
  1. Realizar um diagnóstico da situação atual da empresa: interna e externamente.
  2. Levantar as plataformas tecnológicas existentes.
  3. Analisar o comportamento do consumidor.
  4. Pesquisar sobre sua empresa e da concorrência nas mídias digitais.
  5. Mapear as tendências e as melhores práticas na presença digital
  6. Definir os pontos de contato digitais
  7. Definir os indicadores e as metas mensuráveis da empresa na web – métricas
  8. Escolher as ferramentas para monitoramento.
  9. Elaborar uma matriz das midias digitais a serem utilizadas com o plano de comunicação, conteúdo e as métricas
  10. Elaborar uma cartilha ou uma apresentação de boas pråticas para os funcionários que atuam no relacionamento com o cliente, principalmente.
  11. Definir o visual da marca e imagem que será utilizada.
  12. Realizar o testes de usabilidade
  13. Lançar a empresa nas midias digitais.
De acordo com a realidade e o contexto dos itens 1 a 5, você precisará detalhar mais e redefinir sua abordagem de relacionamento com os clientes na web.

De Conceição Moraes
Fonte: http://casosecausos.com/2011/08/08/sua-empresa-esta-nas-redes-sociais-saiba-planejar/

Quais os tipos de negócios na web?

Há várias ‘arquiteturas’ de modelos de negócios na internet. O pesquisador Timmers , desde 1998,  já citava os seguintes negócios: leilão eletrônico, plataformas colaborativas, correio eletrônico, comunidades virtuais, loja virtual, hospedagem de sites, intermediação financeira, certificação de notoriedade para serviços na internet, plataforma para agregar empresas ou canais promocionais, dentre outros negócios.

Com o passar do tempo, tem surgido com ênfase os modelos de negócios, como os citados pelo blogueiro Diego Remus, que proporciona a inovação de Startups (empresas recém-criadas), tais como: 
  • Modelo Afiliados e/ou de publicidade
  • Modelo Fremium e de assinatura
  • Modelo de bens virtuais
Modelo Afiliados e/ou de publicidade são negócios de baixo risco, que atuam na construção de estratégias e redirecionamento de tráfego (quantidade de pessoas visitantes) de acesso para sites de comércio eletrônico. O ganho advém da comissão da venda, de cliques de acesso e/ou da simples cessão de espaço para divulgação.

Modelo Fremium e de assinatura são negócios que ofertam serviços básicos gratuitos e serviços avançados pagos. O objetivo é massificar a utilização dos serviços gratuitos, que podem desencadear a contratação de serviços mais avançados, tornando-se clientes pagantes com assinatura mensal ou anual. Como exemplo de sucesso, pode-ser observar a Skype, Linkedlm, Dropbox e outros.

Modelo de bens virtuais – têm surgido pela digitalização do consumo. O foco de atuação está na comercialização de bens para uso exclusivo na web, tendo como principal exemplo os jogos online. Essas empresas proporcionam o jogo gratuitamente e a possibilidade de gerar a experiência dos “cinco minutos perfeitos”, experiência que é conduzida para o espaço específico chamado landing Page. Nele, os jogadores registram e ativam seu usuário para comprar itens que vão alavancar suas metas no game.

A receita, nesse caso, advém das vendas de itens na langing Page. Outra opção, que é de baixa complexidade, é a comercialização de imagens diferenciadas, pequenos aplicativos para serem utilizados nos equipamentos mobile.

Há, é claro, o surgimento de negócios que contemplam ou tendem à integração de mais de um modelo desses citados. O mundo virtual é um ambiente que está em constante ebulição. Não existe receita pronta para ganhar dinheiro ou desenvolver negócios inusitados. Deve-se sempre observar as necessidades das pessoas na sociedade em que vivemos, para captar lacunas que poderão ser sanadas por soluções virtuais.

De Conceição Moraes, administradora de empresa, mestre em Gestão de Negócio. Analista de Orientação Empresarial do Sebrae  em Pernambuco. 
Fonte: http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=224

Negócios online vesus negócio offline

Entrevista: Fernando Augusto

Você conhece o trabalho de Fernando Augusto? Se ainda não conhece a pessoa considerada referência em marketing online no Brasil, deve se atualizar! Há anos, Fernando trabalha em um setor que até pouco tempo atrás era considerado virgem: criação de infoprodutos no Brasil. Hoje o mercado apresenta diversos concorrentes, mas ainda sim continua crescendo e cheio de futuro.

Conforme o mesmo anuncia em seu website oficial: “…Você poderá duplicar esse mesmo sistema em simples passos e descobrirá como ganhei R$52.745,00 em 14 dias”. Sua página é recheada de informações e depoimentos de clientes satisfeitos com seu programa do Renda Agora e SGDA(Sistema Ganhar Dinheiro Agora). Ou seja, os clientes validam o seu trabalho de forma enfática e até mesmo pelo tempo em que seus inúmeros trabalhos estão no ar, todo o processo é idôneo.

O Fernando me atendeu pelo facebook, sempre simpático, conversamos por email e posteriormente por skype. Então me sugeriu uma grande idéia: “vamos fazer a entrevista em um vídeo, Rodrigo?” Achei excelente e aqui está em primeira mão a entrevista de um dos homens pioneiros no web marketing brasileiro.
Para esta entrevista, convidei o meu amigo Caio Ferreira, especialista em marketing digital e também criador de vários inforprodutos. As perguntas do Caio foram excelentes, o que deixou a entrevista muito rica e dinâmica. Apesar de entender um pouco deste mercado, acredito que dificilmente teria plenas capacidades para desenvolver perguntas tão precisas que só empresários envolvidos no marketing digital poderiam fazer. Você irá conhecer passo a passo, como o Fernando construiu todos os seus negócios.
Espero que gostem.
Rodrigo Morais


EmpreendedorX – Olá Fernando! Gostariamos de agradecer você por nos conceder esta entrevista!  Começando, gostaria de perguntar como você começou no empreendedorismo digital e o que você fazia antes de trabalhar com internet marketing?

Fernando Augusto
Fernando Augusto - Bom, na verdade, eu comecei no empreendedorismo na internet há alguns anos atrás decorrente a uma demanda de mercado. Percebi que as pessoas precisavam de determinadas informações a respeito de marketing na internet. Portanto, em decorrência dessa necessidade do mercado eu pensei em criar um produto educacional que ensine essas pessoas marketing na internet.  Tudo começou quando eu disponibilizei na internet um produto digital ensinando as pessoas a fazer compras internacionais, que teve muito sucesso. Através disso, pensei: agora temos que ensinar essas pessoas a fazer o marketing online.
Eu comecei como todas as pessoas, com apenas a curiosidade e basicamente a decisão de iniciar neste mercado foi um estudo que realizei comparando o mercado nacional com o mercado dos estados unidos. Vi que as pessoas de lá desenvolviam vários empreendimentos online de diversas áreas de segmento. Eles faziam um manual sobre determinada área e vendiam e isso não acontecia no brasil. Foi através deste estudo que percebi o grande potencial de mercado que o Brasil representava e este era um negócio virgem.

EmpreendedorX -  Fernando, todos nós sabemos valorizar alguém que arrisca independentemente de perder ou ganhar por que algumas lições importantes são sempre aprendidas. Já tentou outros tipos de empreendimentos off-line? Se sim quais foram e deram certo? Se não deram, a que você atribui o motivo da falha?

Fernando Augusto - Esta é uma das lições que eu mais levo pra minha vida porque eu não conheço nenhuma pessoa bem sucedida que nunca tenha fracassado. A pessoa que se torna bem sucedida em um determinado ramo,  é óbvio que ela fracassou muitas vezes. O próprio Thomas Edison fez o experimento da lâmpada incandescente,e  as pessoas o perguntaram: “você precisou falhar duas mil vezes para atingir esse resultado?” e ele respondeu que “toda a experiência foi um processo de dois mil passos”. Eu utilizei várias experiências que tive com vendas diretas, como suplementos alimentares, que basicamente neste mercado offline eu não fui bem sucedido. Mas o que mais me deixa animado com o que tenho hoje foi o aprendizado com as lições anteriores que tive. Adquirimos muita experiência, em atendimento ao cliente, vendas diretas e acompanhamento desses clientes de forma geral. Participei sempre de workshops e eventos, então através destes eventos aprendi muito com a experiência de outras pessoas.
Tudo isso me fez ser hoje como uma esponja: tento absorver todas as experiências a fim de aplicar este conhecimento em meus projetos.

EmpreendedorX – Como você decidiu trabalhar com internet marketing e quais foram suas influências para isso? Já li que você têm grandes influências fora do país e está sempre estudando o trabalho delas…

Fernando Augusto - Em se tratando de influência, a mesma se cria, então quando você ensina as pessoas tanto através de cursos gratuitos quanto pagos, você cria magnetismo natural entre você e essas pessoas. Então se eu fosse um escritor de auto-ajuda, muito provavelmente meu blog atrairia pessoas do nicho de mercado de auto-ajuda. Assim como o blog EmpreendedorX atrai pessoas interessadas em empreendedorismo, etc. A influência basicamente você cria. E você começa a influenciar um mercado quando você começa a atingir uma quantidade grande de pessoas, quando você tem uma constancia nas suas atualizações. Atribuo isso ao fato de você criar um conteúdo de boa qualidade não visando diretamente o lucro, porque você pode muito bem fazer um produto com pouquíssimas informações por um preço alto, e acaba que a pessoa compra e a mesma vê e se desmotivada, reconhecendo que o produto não é de boa qualidade.

Minha principal influência sobre os meus clientes hoje basicamente é ter um produto de excelente qualidade que tenha um valor de mais de 100 vezes o que ele representa. Se eu vendo um produto no valor de R$10,00, eu sempre faço o valor dele ser diferente do preço, o valor dele realmente ser de R$100,00. Porque a pessoa está pagando por um preço e quando ela vê, recebe muito mais informações do que ela esperava. Ou seja, o cliente é surpreendido e cria uma afinidade com você.

Fonte: http://empreendedorx.com.br/entrevistas/entrevista-fernando-augusto 

Caso de Sucesso: Empresários lançam site e impulsionam negócios na Rocinha

Eden Meireles, analista de sistemas, com a tia, Luciana Araújo
Vaidosa assumida, cuidando das unhas e já com hora marcada para fazer o cabelo, Renata Vieira Martins confessa que adora consumir e se sentir bonita. Cliente habitual do MPZ Studio Coiffeur, ela adorou saber que seu salão preferido é uma das mais recentes conquistas do Clube Comunidade, primeiro site de compras coletivas da Rocinha, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. “Invisto em roupas e cuidados com a estética. Agora, com descontos no salão, acho que vou gastar ainda mais”, diverte-se.

Criar um ambiente virtual com empreendimentos dentro da própria comunidade foi idéia de Eden Meireles, analista de sistemas, de 26 anos. O modelo formatado por ele atende aos pequenos comerciantes que não encontravam espaço nos sites tradicionais pelas altas taxas de comissões e porque a Rocinha é considerada uma área de risco.

“As pessoas ficam com receio de vir aqui e, além do mais, cobramos dos comerciantes  cerca de 30%, o que equivale a quase metade da comissão habitual que costuma ser de 50%. Este valor é mais adequado à nossa realidade”, diz ele, que administra o negócio com a tia Luciana Araújo, 37.

A desvantagem aparente acabou se tornando um diferencial competitivo. Lançado em junho passado, em menos de dois meses, o negócio bateu todas as metas. O site entrou no ar com apenas três empresas e uma oferta por dia. A contabilidade hoje é bem diferente. O cadastro já conta com cerca de 80 empresas e 15 delas já fecharam negócio. Mais de 300 clientes usufruíram das ofertas variadas e foram registrados cerca de 1,5 mil emails.

“Ainda fico espantando porque não esperava esse movimento em menos de três ou quatro meses. Já recuperei até o investimento inicial de R$ 6 mil. Os outros R$ 2 mil foram aplicados na melhoria do site. Agora, é hora de investir. O lucro virá mais adiante”, afirma Meireles, confiante. “O movimento superou todas as expectativas. Antes, a gente tinha que convencer empresas e consumidores. Agora, as pessoas conhecem melhor o sistema e os comerciantes nos procuram”, completa Luciana Araújo, que atua como gerente de marketing e vendas. 

A escova progressiva, de R$ 100 por R$ 60, foi a primeira oferta feita pelo salão MPZ e agradou em cheio. Os empresários Ingrid Tavares Costa e o marido, Heitor Elias, donos do salão, reconhecem que este novo tipo de cliente traz muitas vantagens. “Quem conhece aparece com mais frequência e está gostando da novidade. Os outros aproveitam o desconto, mas acabam consumindo outros serviços e voltam. Ainda recebo sugestões, o que é bom para saber o que mais agrada. A drenagem linfática e uma unha postiça fixada com gel foram pedidos dos clientes e serão as nossas próximas ofertas”, diz Ingrid

Bom pra cachorro

“Meu movimento cresceu 20% desde que entrei no site. É só falar em desconto que as pessoas aparecem rapidinho”, brinca a dona do pet shop Shik’s Dog, Marlene Alves Ribeiro, que ofereceu preços mais baixos para banho e tosa.

Animado com a receptividade, Eden faz planos de aprimorar o site com classificados e um guia do comércio com endereço e telefone. “Em seis meses, pretendemos estender este projeto para seis comunidades e, em um ano, acredito que poderemos atender a 15. Ninguém melhor do que um morador para saber o que é necessário e para agradar à clientela local.” 

De Regina Mamede
Fonte:
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/12169999/comercio/empresarios-lancam-site-e-impulsionam-negocios-na-rocinha/

Programa do Google conectará pequenas empresas à internet

Pesquisa recente da consultoria McKinsey Global Institute mostra que as empresas que utilizam a web nos negócios conseguem aumentar a produtividade em até 10%, e têm mostrado taxas de crescimento até duas vezes maiores em relação àquelas que não possuem.

Para ajudar a conectar os mais de 5 milhões de pequenos empreendimentos à internet, o Google lançou, em parceria com o Sebrae, a HP (empresa multinacioal de tecnologia) e a Yola (empresa de serviços de hospedagem e design de websites), o programa Conecte Seu Negócio, que visa a facilitar e ampliar a entrada de empresários de todo Brasil no mundo web.


O Google ofereceu domínios grátis aos primeiros cinco mil inscritos - promoção válida para a primeira anuidade. Além disso, o programa contempla a criação, o design e a hospedagem do website de forma gratuita. Após o site ser criado, os empresários receberão créditos em Google AdWords - solução de publicidade online - para promover seu site na internet.


“Acreditamos que a oferta de ferramentas que ajudam no investimento inicial de construção de um site é um grande estímulo para os mais de cinco milhões de empresários brasileiros que buscam expandir seus negócios on line. Nosso objetivo é mostrar a esses empreendedores que a Internet é um ambiente muito rico em oportunidade, com bom retorno sobre os investimentos,” afirma Fabio Coelho, Presidente do Google Brasil.


O Sebrae irá estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por webinars, além de todo o suporte necessário no canal oficial do projeto.


“O Sebrae está presente em todos os estados e no Distrito Federal. Vamos utilizar nosso conhecimento e capilaridade para levar essa iniciativa a todo o País, mostrando que a Internet é uma ferramenta de inovação que fortalece os micro e pequenos negócios,” afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.


Como participar


A partir do site
www.conecteseunegocio.com.br, o empresário pode checar se o domínio desejado está disponível. Feito isso, basta registrar a empresa por meio do CPF/CNPJ e preencher o formulário com os dados. Começa então a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da parceira Yola, o usuário poderá escolher diversas opções de layout, formatação de página, inserir fotos e o conteúdo. A ferramenta possibilita a criação de e-commerce, quando necessário.

E para ter uma boa infraestrutura do projeto on line, o usuário conta com um pacote especial da HP na oferta de computadores (desktops e notebooks), impressoras e monitores. “A HP acredita no grande potencial de crescimento das pequenas e médias empresas no Brasil e iniciativas como a do Google promovem a inserção destes negócios no mundo virtual”, disse Eduardo Brach, diretor de Vendas PSG para SMB.

Fonte: http://www.pe.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=107&cod=12018107

Como criar uma empresa na internet com pouco dinheiro

Tem uma ideia de negócio de internet e quer colocar o projeto no ar sem gastar muito dinheiro? A starup MyGeekDay tem a fórmula. Criada em pouco mais de um mês, a plataforma especializada na venda de artigos para geeks foi ao ar com um investimento de apenas US$ 2 mil.
Utilizando os recursos certos, é possível gastar menos com hospedagem, design e programação e colocar o projeto no ar o mais rápido possível, diminuindo as chances de que a concorrência chegue na frente.
Confira, a seguir, algumas dicas que podem ajudar a enxugar os custos na hora de montar um negócio online:
1. Domínio rápido
O primeiro passo, antes mesmo de decidir o nome da empresa, é fazer uma pesquisa para descobrir se o respectivo domínio está disponível. Em sites como o estrangeiro GoDaddy e brasileiro RedeHost, é possível comprar o domínio desejado com apenas um clique. O preço para registrar um domínio .com.br é partir de R$ 30 ao ano. Já um domínio .com sai por US$ 19 anuais.
2. Design econômico
Para economizar na hora de criar a identidade visual do seu negócio, recorra a ferramentas como o 99designs e o WeDoLogos. Nestes sites é possível abrir concursos para solicitar o desenvolvimento de logos, cartões de vista e websites. Como a plataforma reúne vários designers competindo para agradar o cliente, é possível conseguir um bom resultado a custos satisfatórios. No brasileiro WeDoLogos, um logo custa a partir de R$ 195 e o layout de um website a partir de R$ 495.
3. Desenvolvimento além-mar
Na hora de desenvolver a sua ferramenta, recorra a programadores internacionais. Em alguns sites, como o Freelancer.com, é possível contratar desenvolvedores do mundo todo para trabalhar no seu projeto a preços competitivos. Quer uma solução mais simples ainda? Empresas como a indiana Contus.in oferecem “clones” de ferramentas pré-existentes. Um genérico do site de compras coletivas GroupOn, por exemplo, custa apenas US$ 499.
Ao começar um site do zero, é difícil dimensionar qual será o volume de acessos e, portanto, projetar exatamente qual será a demanda por espaço nos servidores. A melhor opção – e também a mais econômica – é comprar um espaço na Amazon Web Services, plataforma de computação em nuvem da Amazon, que poderá ser ampliado conforme a demanda. Para um projeto simples, o custo inicial para manter o site no ar fica abaixo de US$ 100 mensais.
5. Divulgação social
Usar e abusar do boca-a-boca virtual é outra técnica para economizar ao lançar uma startup. Já tem um endereço registrado? Comece a divulgação via Twitter e Facebook. Enquanto o design e o desenvolvimento da ferramenta não estão prontos, crie uma “landing page”, uma espécie de página provisória de chegada onde quem se interessar em conhecer seu negócio deixa o e-mail para ser avisado quando ele estiver no ar. Usando essa técnica, o MyGeekDay já tinha mais de 1 mil usuários cadastrados quando estreou. O custo para criar uma landing page no unbounce.com é de US$ 25 por mês.

Do Portal Exame

Fonte: http://www.empreendedoronline.net.br/criar-empresa-internet-pouco-dinheiro/

Empreendedorismo digital: vantagens, dificuldades e implantação

Excesso de profissionais no mercado, insuficiência de vagas de trabalho, insatisfação ao cumprir horário fixo, falta de ocupação que atenda interesses profissionais e pessoais, vontade de colocar novas ideias em prática e escassez de capital para arcar com custos de uma empresa são alguns motivos que levam profissionais a investirem em empreendimentos online.

Segundo a Babson College, escola de negócios de Massachusetts (EUA), o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. O Mídia Dados, instituto que oferece informações sobre meios de comunicação, mostrou, em 2010, que a população brasileira é a que navega por mais tempo na rede e o número de usuários ativos supera 29 milhões. Aliado a isso estão o barateamento de softwares e computadores e campanhas pela inclusão digital que auxiliam a popularizar a rede e fazem do brasileiro um consumidor em potencial para o mercado online. Todos esses aspectos oferecem ao empreendedorismo digital chances de sucesso.

Diversas vantagens cercam o mercado online: os gastos para começar são menores e os custos são relativamente baixos em recursos humanos, manutenção, logística e marketing. Além disso, a necessidade de infraestrutura é menor, há grande velocidade nas vendas e facilidade de acesso a novos mercados, é possível ter horários flexibilizados e otimização de tempo. E, para quem tem familiaridade com essa mídia, é mais fácil trabalhar em meio virtual.

Levantamento de 2010 da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico revelou que 33,3% das lojas e empresas online fecham com menos de dois anos de existência, por falta de experiência administrativa e comercial. A capacitação de todos os que trabalham na empresa, seja ela online ou não, é essencial. Mas no caso de um serviço na web, é preciso ter preparo específico, por meio de cursos e treinamentos, para lidar com a complexidade do universo eletrônico. 

Planejamento, organização, foco e entusiasmo devem ser adquiridos por quem atua nesse ramo. Deve-se também analisar questões legais para implantação do negócio, conseguir empregados dedicados, saber lidar com todo tipo de pessoa, elaborar um plano de negócios adequado, estabelecer quais são os produtos e os preços de cada um, conhecer bem o público alvo, a concorrência, os fornecedores e definir como será a comunicação com os clientes.

E, mesmo que a empresa não seja um negócio virtual, é importante estar conectada à internet com site próprio e com perfis nas redes sociais. Isso porque boa parte dos consumidores consulta informações na rede antes de efetuar uma compra e pode comprar tanto por meio físico, quanto por meio digital. Um estabelecimento integrado à web pode receber mais credibilidade, ser mais popular e acessível e difundir mais promoções e produtos.

Toda nova opção de comércio abre espaço para novas mercadorias, traz lucro e  circulação de capital, gera empregos e, consequentemente, acarreta desenvolvimento financeiro e social. Seria um desperdício não usufruir de mais um modo de movimentação da economia que é benéfico para investidores, população e governo.
Por Ana Paula Lisboa